Alimentos que não podem faltar na alimentação das grávidas!

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Existem 3 tipos de alimentos que não podem faltar na alimentação das grávidas:

Carboidratos – Os carboidratos devem fazer parte das preparações das gestantes para aumentar a reserva energética afim de evitar que o corpo utilize as proteínas como energia. As melhores fontes são os pães e arroz integrais, pois possuem mais nutrientes, além das frutas.

Feijões, vegetais verdes escuros, carnes e vísceras – Os feijões e vegetais verdes escuros são boas fontes de ferro não Heme (ferro mais difícil de ser absorvido) para melhor absorção desse tipo de ferro é necessário o consumo de alimentos ricos em vitamina C (goiaba, acerola, laranja, tangerina, limonada, maracujá, caju) logo após as refeições. Já as carnes e visceras possuem muito boa fonte de ferro Heme (melhor absorvível) portanto deve ser aconselhado o consumo pelo menos 3 vezes na semana de carnes vermelhas, 2 vezes na semana de frango, 1 vez na semana viacera ou ovo,  1 vez na semana peixe.

Leite e derivados 
– Ricos em cálcio, o leite e seus derivados estão relacionados com a formação de ossos e dentes do bebê.  A ingestão recomendada para gestantes é de três a quatro copos de leite por dia (1000 mg) ou derivados.  Couve, agrião, mostarda, brócolis, sardinha em lata, feijão e produtos à base de soja, como tofu, também são ricos em cálcio.

Exemplo de cardápio

Prato principal

Arroz integral, feijão, ovos batidinhos com espinafre, isca de carne com molho de mostarda

Bebida

Suco de maracujá

Sobremesa

mamão

Purê de batata ( sem leite) lentilha,,fígado, couve refogada no alho Suco de  goiaba laranja
Macarrão, feijão manteija, filé de frango, brócolis  refogado no azeite Suco de laranja com beterraba tangerina
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Você sabe como deve ser elaborado o cardápio do seu filho na creche?

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O cardápio escolar, sob responsabilidade dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, deve ser elaborado por nutricionista habilitado, com acompanhamento do CAE e ser programado de modo a suprir:

I – no mínimo 30% (trinta por cento) das necessidades nutricionais, distribuídas em, no mínimo, duas refeições para as creches em período parcial;

II – no mínimo 70% (setenta por cento) das necessidades nutricionais, distribuídas em, no mínimo, três refeições para as creches em período integral, inclusive as localizadas em comunidades indígenas ou áreas remanescentes de quilombos;

III – no mínimo 30% (trinta por cento) das necessidades nutricionais diárias, por refeição ofertada, para os alunos matriculados nas escolas localizadas em comunidades indígenas ou em áreas remanescentes de quilombos, exceto creches;

IV – no mínimo 20% (vinte por cento) das necessidades nutricionais diárias, quando ofertada uma refeição, para os demais alunos matriculados na educação básica em período parcial;

V – no mínimo 30% (trinta por cento) das necessidades nutricionais diárias, quando ofertadas duas ou mais refeições, para os alunos matriculados na educação básica, exceto creches em período parcial;

VI – no mínimo 70% (setenta por cento) das necessidades nutricionais, distribuídas em, no mínimo três refeições, para os alunos participantes do Programa Mais Educação e para os matriculados em escolas de tempo integral.

Sempre que houver a inclusão de um novo produto no cardápio, é indispensável a aplicação de testes de aceitabilidade. A aquisição dos gêneros alimentícios para o cumprimento do cardápio é de responsabilidade dos estados e municípios, e devem obedecer a todos os critérios estabelecidos na Lei nº 8.666, de 21/06/93, e suas alterações, que tratam de licitações e contratos na administração pública.

No caso dos 30% do valor repassado pelo FNDE destinados a produtos da agricultura familiar, o processo licitatório pode ser dispensado, desde que os preços estejam compatíveis com os praticados no mercado local e os alimentos atendam a exigências de controle de qualidade e seja utilizada a chamada pública.

Fonte:CRECHE http://www.rebrae.com.br/alimentacao.html