Os 15 passos para escolher uma creche!

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Quantas dúvidas e perguntas surgem ao ter que escolher uma creche. Pensando nisso que separamos algumas sugestões para que possamos ajudar nesse momento tão importante para a família. Confira!

1- Pesquise as creches e escolas que combinam com o seu perfil, com o tipo de método que você gosta, a filosofia, tipos de eventos oferecidos, quais profissionais que você gostaria que tivesse lá para lhe atender e principalmente estar disponível para seu filho(a) quando ele(a) precisar. Faça um resumo do que você acha importante ter em uma creche e que combine com seu estilo de educação e o que você acredita para seu filho(a).

2-Consulte se as creches que você se identificou são legalizadas. Os documentos são: Alvará de funcionamento, CNPJ, Inscrição da Secretaria de Educação, Licença do Corpo de Bombeiros, certidões da Receita Federal, ISS, FGTS. Procure também na internet em sites oficiais. Peça para verificar também a Proposta Pedagógica da escola, leia, questione e tire suas dúvidas.

3- Indicações também são boas opções, mas cuidado pois o que é bom para seu amigo(a) pode não ser o que você procura ou prioriza. Mas vale a pena a dica.

4- Escolas e creches que agendam visitas devem ser questionadas, afinal para que agendar? O melhor é chegar sem hora marcada para avaliar e verificar exatamente como é o dia a dia e funcionamento da creche. Questione também quando a creche demorar muito para fazer a visita, pois é um indicativo de que estão arrumando algo, ou dando um “jeitinho” no local. As creches e escolas devem estar sempre prontas e apresentáveis as pessoas que desejam visitá-la.

5- Ao chegar no local escolha por onde começar a visita, com isso você evita que um roteiro seja seguido e com isso algo que estava errado (ou acontece errado ou contrário ao que você julga certo) seja camuflado.

6- Um dica SUPER importante: avalie e verifique TUDO o que possa oferecer perigo ao seu filho(a) e questione o por quê daquilo. Exemplo: escadas sem portão, quinas sem proteção, janelas sem redes, brinquedos pontudos, brinquedos quebrados, objetos pontiagudos em local de trânsito intenso, tomadas sem proteção, cozinha com livre acesso para a criança, pias com quinas, assento sanitário muito alto, degraus com quinas sem proteção, pisos escorregadios, etc.

7- Observe e avalie a luminosidade, ventilação, limpeza e higienização de cada local. Peça para visitar a cozinha e observe como os alimentos são preparados, como a cozinheira está vestida e a limpeza da cozinha. É muito importante saber que seu filho(a) estará em um ambiente limpo e arejado.

8- Observe também se as salas possuem ar condicionado (muito importante no Rio de Janeiro), se tem filtro ou bebedouro dentro ou próximo para estimular e facilitar a hidratação do seu filho(a) durante o dia.

9- Observe se os ambientes tem fácil acesso uns ao outros, por exemplo, a criança precisa subir ou descer escadas para ir ao banheiro? Isso dificulta a criança a ter acesso fácil e rápido e também torna-se perigoso.

10- Observe os espaços de cada sala, a quantidade de crianças por turma assim como o número de professores e auxiliares para cada faixa etária. ( De acordo com o MEC  – Parâmetros de Qualidade para a Educação Infantil a relação entre o número de crianças por agrupamento ou turma e o número de professores de Educação infantil varia de acordo com a faixa etária: 1 professora para cada 6 a 8 alunos de 0 a 2 anos / 1 professora para cada 15 crianças de 3 anos / 1 professora para cada 20 crianças acima de 4 anos) Cada creche ou escola organiza a quantidade de profissionais em turma de acordo com o bom senso, tamanho do espaço disponível, orçamento e etc. Pergunte e questione sempre.

11- A creche e escola precisa ser estruturada e com uma boa equipe de profissionais para oferecer um atendimento completo e eficaz para seu filho(a). Observe e pergunte se a eles possuem: nutricionista (com CRN), psicóloga, pedagoga, algumas possuem pediatra diariamente ou 3x por semana, professores graduados, auxiliares TREINADOS, berçaristas TREINADAS, etc.

12- Verifique se a creche ou escola oferece constantemente cursos, palestras, treinamentos e reciclagem para seus profissionais, principalmente para auxiliares e berçaristas que ficam a maior parte do tempo com as crianças.

13- Pergunte se existe algum estímulo oferecido aos funcionários, se eles estão sempre sorridente e dispostos.

14- No momento da visita peça para conhecer a equipe de profissionais, converse com a coordenadora, psicóloga, nutricionista, pergunte e tire suas dúvidas!

15- Verifique se a instituição faz parte de orgãos como: ASBREI (Associação Brasileira de Educação Infantil), SINEPE (Sindicato dos estabelecimentos de ensino no estado do RJ), SAAE (Sindicato dos auxiliares de administração escolar do estado do RJ), SEPE (Sindicato estadual dos profissionais de educação do RJ).

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Você sabe como deve ser elaborado o cardápio do seu filho na creche?

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O cardápio escolar, sob responsabilidade dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, deve ser elaborado por nutricionista habilitado, com acompanhamento do CAE e ser programado de modo a suprir:

I – no mínimo 30% (trinta por cento) das necessidades nutricionais, distribuídas em, no mínimo, duas refeições para as creches em período parcial;

II – no mínimo 70% (setenta por cento) das necessidades nutricionais, distribuídas em, no mínimo, três refeições para as creches em período integral, inclusive as localizadas em comunidades indígenas ou áreas remanescentes de quilombos;

III – no mínimo 30% (trinta por cento) das necessidades nutricionais diárias, por refeição ofertada, para os alunos matriculados nas escolas localizadas em comunidades indígenas ou em áreas remanescentes de quilombos, exceto creches;

IV – no mínimo 20% (vinte por cento) das necessidades nutricionais diárias, quando ofertada uma refeição, para os demais alunos matriculados na educação básica em período parcial;

V – no mínimo 30% (trinta por cento) das necessidades nutricionais diárias, quando ofertadas duas ou mais refeições, para os alunos matriculados na educação básica, exceto creches em período parcial;

VI – no mínimo 70% (setenta por cento) das necessidades nutricionais, distribuídas em, no mínimo três refeições, para os alunos participantes do Programa Mais Educação e para os matriculados em escolas de tempo integral.

Sempre que houver a inclusão de um novo produto no cardápio, é indispensável a aplicação de testes de aceitabilidade. A aquisição dos gêneros alimentícios para o cumprimento do cardápio é de responsabilidade dos estados e municípios, e devem obedecer a todos os critérios estabelecidos na Lei nº 8.666, de 21/06/93, e suas alterações, que tratam de licitações e contratos na administração pública.

No caso dos 30% do valor repassado pelo FNDE destinados a produtos da agricultura familiar, o processo licitatório pode ser dispensado, desde que os preços estejam compatíveis com os praticados no mercado local e os alimentos atendam a exigências de controle de qualidade e seja utilizada a chamada pública.

Fonte:CRECHE http://www.rebrae.com.br/alimentacao.html

O que é método “Mãe Canguru”?

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O Método Mãe Canguru, tem sido proposto como uma alternativa ao cuidado neonatal convencional para bebês de baixo peso ao nascer.

Foi criado e batizado por dois médicos  colombianos  devido à maneira pela qual as mães carregavam seus bebês após o nascimento, de forma semelhante aos cangurus.

O objetivo do método era dar alta precoce para recém-nascidos de baixo peso frente a uma situação crítica de falta de incubadoras, infecções, ausência de recursos, desmame precoce, altas taxas de mortalidade neonatal e abandono materno.

Nasceu então o “Método Canguru”. Esse método implica no contato pele-a-pele precoce entre a mãe e o bebê de baixo peso, o tempo vai depender de quanto for prazeroso e suficiente em relação a saúde do bebê. Esse método  permite maior participação dos pais no cuidado ao bebê  e com certeza isso auxilia no processo de melhora do bebê.

A posição canguru consiste em manter o recém-nascido de baixo peso ligeiramente vestido, na posição vertical, contra o peito do pai ou da mãe. É importante salientar que o método canguru deve ser orientado por profissionais da área de saúde treinados e também por escolha dos pais.

Mastite

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O que é mastite?

Mastite é inflamação na glândula mamaria causada pelo acumulo de leite nos ductos mamários e por isso acaba dificultando o esvaziamento da mama. A mama fica endurecida e com vários nódulos, além de ficar vermelha, dolorida e inchada.

O que fazer?

A prioridade será sempre prevenir como por exemplo:

* Massageie a mama antes de oferece-la ao bebê;
* Esvazie completamente uma mama antes de oferecer a outra na próxima mamada para o bebê;
* Na refeição seguinte, comece pela mama que ofereceu ao seu bebê em último lugar na refeição anterior;
* Retire leite com uma bomba própria se sentir a mama demasiada cheia e ainda faltar tempo para a próxima refeição do bebê, e se possível congele-o para oferece-lo em outros momentos;
* Não deixe o seu bebê usar a mama como chupeta;
* Use um sutiã adequado, com reforço;

Caso a mama esteja ingurgitada e foi detectada a mastite, é necessário que a mãe  esvazie o peito (não oferecer esse leite a criança), massagei-o. Em alguns casos o médico poderá receitar  algum antibiótico para auxiliar na recuperação. Tome cuidado com as compressas, elsa devem ser mornas e não quente.

Qual a diferença entre intolerância a lactose e alergia ao leite de vaca?

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Essas duas doenças, são frequentemente confundidas pelo fato de ter um alimento causador em comum: o leite, mas são bem diferentes entre si e ambas necessitam de acompanhamento médico e nutricional.

A Intolerância à lactose ocorre porque o organismo não produz ou produz pouca quantidade da enzima lactase, responsável pela digestão da lactose. A falta dessa enzima favorece o acúmulo da lactose no intestino, onde atrai água, ocorre fermentação por bactérias, provocando diarréia, gases, cólicas e distensão abdominal. Pode ser genética ou surgir em outras situações, como após quimioterapia, radioterapia, doenças gastrintestinais, entre outras. Neste segundo caso pode ser transitória ou não. Geralmente quando persiste, tende a piorar com a idade.

A alergia ao leite de vaca ou alergia à proteína do leite, como é conhecida por muitos ocorre pela presença de algumas proteínas do leite que são identificadas pelo nosso sistema imunológico como um agente agressor, desencadeando vários sintomas desagradáveis, como: diarréia, gases, cólicas, distensão abdominal, lesões na pele, dificuldade de respirar, pequeno sangramento intestinal, entre outros. Ocorre mais agressivamente nos primeiros anos de vida, principalmente na transição do leite materno para o leite de vaca em bebês menores de 6 meses de vida. Os sintomas tendem a diminuir com passar dos anos.

Seguem algumas receitinhas sem leite e ovos para serem feitas com crianças:

Nhoque de grão de bico

Ingredientes:
200g de grão de bico
200 g de farinha de grão de bico
1 litro de água
Temperos opcionais

Modo de fazer:
Deixe o grão de bico de molho o máximo possível
Troque a água e lave os grãos por duas ou 3 vezes
Cozinhe até ficar bem macio
Deixe esfriar, processe até virar uma pasta
Misture a farinha aos poucos, até desgrudar das mãos.
Deixe descansar por alguns minutos, depois pegue pequenos pedaços e enrole como um pequeno tubo e corte os rolinhos
A água deve estar esquentando enquanto está fazendo a massa.
Coloque na água, experimente. Se notar que precisam de mais farinha, acrescente aos poucos. Teste até encontrar o ponto.

Para o Nhoque de batata-doce com grão de bico você ai precisar de:

Ingredientes:
1 batata grande ou 2
Farinha de grão de bico
1 litro de água fervente

Modo de fazer:
Cozinhe os grãos após molho com troca de 3 águas
Coloque no forno preaquecido ou torre
Processe ou bata no liquidificador até virar farinha!
Cozinhe a batata-doce até ficar macia
Corte ao meio e retire a polpa
Passe no amassador de batatas para purê ou processe até virar pasta
Coloque em uma superficie limpa
Trabalhe o purê com a farinha de grão de bico até adquirir a consistência desejada
Coloque na panela com água fervendo, deixe cozinhar por alguns minutos
Sirva com molho de sua preferência!

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Sorvete de Manga

Ingredientes:
1 ou 2 mangas
Gelatina de agar
Melado ou frutas secas doces para adoçar

Modo de Fazer:
Bata no liquidificador 2 ou 3 mangas até obter um creme
1 colher de agar-agar dissolvida em 4 colheres de água quente
Leve ao freezer.
Retire e bata de 2 em 2 horas até obter a consistência desejada.

Sorvete de chocolate

Ingredientes:
1 inhame
1/2 abacate
1 banana
cacau ou alfarroba
1 copo de água de coco ou água pura

Modo de fazer:
Rale o inhame
Misture todos os ingredientes e processe até formar um creme
Leve ao freezer em forminha de gelo

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