Receitinha Doula: Sugestão de receita para crianças de 3 a 6 anos

kibeinhame

Quibe de Inhame

 

Ingredientes:
½ xícara de trigo para quibe
6 inhames pequenos em cubos
½ cebola média picada
Manjericão e hortelã a gosto
1 tomate pequeno em rodelas
Sal à gosto
Margarina para untar

Modo de preparo:
Deixe o trigo de molho em água por 2 horas, escorra bem a água e reserve. Cozinhe os inhames e depois esprema-os com um garfo. Misture o trigo, a pasta de inhame, a cebola, o manjericão, a hortelã e tempere a gosto. Coloque em uma assadeira untada com margarina e decore com as rodelas de tomate. Leve ao forno médio por aproximadamente 20 minutos.

Rendimento: 4 porções

Panqueca de beterraba com recheio de legumes


Ingredientes da massa:

½ xícara (chá) beterraba ralada
½  xícara (chá) de farinha de trigo integral
1 ovo

½  xícara de leite
1 colher (café) sal à gosto

Ingredientes do recheio:
½  cenoura cozida
¼ maço de brócolis cozido

2 colheres de sobremesa de cream cheese
¼  cebola picada
orégano

Ingredientes do molho:
1 colher de sopa de óleo de soja
½ xícara de cebola picada
1 sache de molho de tomate (340g)
1 colher de chá de sal
ricota para polvilhar

Modo de preparo da massa:
Descasque e rale a beterraba. Coloque no liquidificador a farinha de trigo, os ovos, o leite e sal a gosto. Coloque a massa na frigideira com auxílio de uma concha e frite. Acrescente o recheio de sua preferência.

Modo de preparo do recheio:
Misture todos os ingredientes. Recheie as panquecas e enrole.

Modo de preparo do molho:
Em uma panela, esquente o óleo de soja, adicionando a cebola para refogar. Acrescente o molho de tomate e os temperos e deixe ferver, mexendo de vez em quando. Desligue e distribua sobre as panquecas.

Rendimento: 4 panquecas

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Quando posso dar peixe para meu filho?

quando posso dar peixe

A Organização Mundial de Saúde recomenda que os bebês sejam amamentados exclusivamente até o sexto mês. Só após esse período, as nutricionistas e os pediatras indicam a introdução de alimentos sólidos, como frutas e papas salgadas. E o peixe pode fazer parte do cardápio do seu bebê já nessa fase.

Os benefícios desse alimento são muitos. Estudos mostram que os ácidos graxos ômega-3 (gordura poliinsaturada), encontrados principalmente no salmão e na sardinha, são importantes para o desenvolvimento do sistema nervoso central e da retina e na prevenção de doenças crônicas, como obesidade e hipertensão.

No caso de alergias é importante saber se os pais têm alergia, além disso a oferta a criança deve ser feita aos poucos. Isso porque, caso a criança apresente alguma reação, fica mais fácil identificar o que causou o problema. Com relação às espinhas, o ideal é escolher os peixes que têm poucas ou que não as tenham, como cação, linguado ou badejo. Se não for possível, deve-se retirá-las com cuidado e atenção, e sempre checar mais uma vez antes de oferecer ao bebê.

O principal cuidado, no entanto, vem antes de o peixe estar no prato da família – na hora da compra! Dê preferência para o pescado fresco, mais fácil de verificar a qualidade por meio do odor, textura e coloração. Observe se a carne está firme, brilhante e escorregadia; se os olhos estão brilhantes e protuberantes; e as brânquias úmidas e brilhantes, entre a cor de rosa e vermelho intenso. O peixe também deve estar conservado em meio a camadas de gelo.

Para quem prefere o peixe congelado ou congela o peixe fresco, é preciso atenção ao descongelar. Jamais o faça em temperatura ambiente, porque não é uniforme e pode gerar perda de qualidade, umidade e permitir o crescimento de micróbios. A recomendação é descongelar o pescado na geladeira, a 4 °C. E lembre-se: nunca congele novamente o peixe que foi descongelado. Após ter sido preparado, o alimento pode ser conservado na geladeira por até 24 horas.


Papa de peixe

Ingredientes
– 1 colher (sopa) de lentilha crua
– 400ml de água
– 35g de peixe ( pescada OU linguado)
– 1/3 de batata média descascada e picada
– 1 ½ colher (sopa) de cenoura descascada e picada
– 2 folhas de couve picadas
– ½ dente de alho picado
– 1 colher (café) de salsinha picada
– 1 colher (café) de azeite

O peixe, é uma boa fonte de ômega 3 e deve estar presente na rotina alimentar do bebê

Modo de preparo
Deixe a lentilha de molho de um dia para o outro em água. Dispense a água.Em uma panela de pressão, coloque as lentilhas e 400ml de água e leve para cozinhar. Quando pegar pressão, aguarde mais 20 minutos. Retire a pressão, abra a panela e adicione o peixe, a batata, a cenoura, a couve e o alho. Feche novamente a panela e volte para o fogo. Cozinhe na pressão por mais 20 minutos. Ao final do cozimento, adicione a salsinha picada, deixe no fogo por mais 1 minuto. Caso ainda tenha água na panela, deixe cozinhando até que essa evapore (não descarte água, pois ela contém muitos nutrientes importantes).

É importante que os ingredientes cozinhem até ficarem bem amolecidos, fáceis de amassar com o garfo.

Transfira o conteúdo da panela para um recipiente. Amasse bem os vegetais e desfie muito bem o peixe, tome cuidado e fique atenta pare retirar todos os espinhos do peixe. É importante que não fiquem pedaços dos alimentos, lembre-se que este é um dos primeiros contatos do bebê com alimentos diferentes do leite; a gengiva já realiza um processo parecido com a mastigação, mas a ausência de dentes não permite alimentos duros ou em pedaços.

Rendimento: 1 porção. Cada porção corresponde a 2/3 de xícara de chá da papinha.

Valor calórico por porção: 192 kcal.

Receitinha Doula – Biscoito de batata sem gluten

Receita de biscoito de batata sem gluten

Biscoito de batata sem gluten

Ingredientes:

2 batatas medias cozidas e espremidas
3 colheres de sopa de farinha de arroz
2/3 de xicara de amido de milho
1 gema
50gr de margarina
1 colher de chá de sal
1 colher de chá de fermento em pó
1 com de sopa de orégano (opcional)

Modo de fazer:

Misture todos os ingredientes secos e acrescente a gema e margarina. Acrescente a batata e misture bem. Se ficar muito mole acrescente mais farinha de arroz  ou de milho. Abra pequenas porções de massa e corte os biscoitinhos e coloque em uma assadeira untada. Asse em forno médio por 15 min até dourar, depois vire os biscoitos para dourar o outro lado por cerca de 5 minutos.

Alimentos que não podem faltar na alimentação das grávidas!

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Existem 3 tipos de alimentos que não podem faltar na alimentação das grávidas:

Carboidratos – Os carboidratos devem fazer parte das preparações das gestantes para aumentar a reserva energética afim de evitar que o corpo utilize as proteínas como energia. As melhores fontes são os pães e arroz integrais, pois possuem mais nutrientes, além das frutas.

Feijões, vegetais verdes escuros, carnes e vísceras – Os feijões e vegetais verdes escuros são boas fontes de ferro não Heme (ferro mais difícil de ser absorvido) para melhor absorção desse tipo de ferro é necessário o consumo de alimentos ricos em vitamina C (goiaba, acerola, laranja, tangerina, limonada, maracujá, caju) logo após as refeições. Já as carnes e visceras possuem muito boa fonte de ferro Heme (melhor absorvível) portanto deve ser aconselhado o consumo pelo menos 3 vezes na semana de carnes vermelhas, 2 vezes na semana de frango, 1 vez na semana viacera ou ovo,  1 vez na semana peixe.

Leite e derivados 
– Ricos em cálcio, o leite e seus derivados estão relacionados com a formação de ossos e dentes do bebê.  A ingestão recomendada para gestantes é de três a quatro copos de leite por dia (1000 mg) ou derivados.  Couve, agrião, mostarda, brócolis, sardinha em lata, feijão e produtos à base de soja, como tofu, também são ricos em cálcio.

Exemplo de cardápio

Prato principal

Arroz integral, feijão, ovos batidinhos com espinafre, isca de carne com molho de mostarda

Bebida

Suco de maracujá

Sobremesa

mamão

Purê de batata ( sem leite) lentilha,,fígado, couve refogada no alho Suco de  goiaba laranja
Macarrão, feijão manteija, filé de frango, brócolis  refogado no azeite Suco de laranja com beterraba tangerina

Você sabe como deve ser elaborado o cardápio do seu filho na creche?

cardapiocreche

O cardápio escolar, sob responsabilidade dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, deve ser elaborado por nutricionista habilitado, com acompanhamento do CAE e ser programado de modo a suprir:

I – no mínimo 30% (trinta por cento) das necessidades nutricionais, distribuídas em, no mínimo, duas refeições para as creches em período parcial;

II – no mínimo 70% (setenta por cento) das necessidades nutricionais, distribuídas em, no mínimo, três refeições para as creches em período integral, inclusive as localizadas em comunidades indígenas ou áreas remanescentes de quilombos;

III – no mínimo 30% (trinta por cento) das necessidades nutricionais diárias, por refeição ofertada, para os alunos matriculados nas escolas localizadas em comunidades indígenas ou em áreas remanescentes de quilombos, exceto creches;

IV – no mínimo 20% (vinte por cento) das necessidades nutricionais diárias, quando ofertada uma refeição, para os demais alunos matriculados na educação básica em período parcial;

V – no mínimo 30% (trinta por cento) das necessidades nutricionais diárias, quando ofertadas duas ou mais refeições, para os alunos matriculados na educação básica, exceto creches em período parcial;

VI – no mínimo 70% (setenta por cento) das necessidades nutricionais, distribuídas em, no mínimo três refeições, para os alunos participantes do Programa Mais Educação e para os matriculados em escolas de tempo integral.

Sempre que houver a inclusão de um novo produto no cardápio, é indispensável a aplicação de testes de aceitabilidade. A aquisição dos gêneros alimentícios para o cumprimento do cardápio é de responsabilidade dos estados e municípios, e devem obedecer a todos os critérios estabelecidos na Lei nº 8.666, de 21/06/93, e suas alterações, que tratam de licitações e contratos na administração pública.

No caso dos 30% do valor repassado pelo FNDE destinados a produtos da agricultura familiar, o processo licitatório pode ser dispensado, desde que os preços estejam compatíveis com os praticados no mercado local e os alimentos atendam a exigências de controle de qualidade e seja utilizada a chamada pública.

Fonte:CRECHE http://www.rebrae.com.br/alimentacao.html

Receitinha Doula – Hamburguer caseiro

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Hamburguer caseiro

Ingredientes 
• 400 g de carne magra moída ( patino)
• 1 clara
• 1 col. (sopa) de semente de chia
• 1 col. (sobremesa) de farinha de linhaça (ou aveia em flocos)
• 1/2 cebola média em cubinhos
• 1/4 de xíc. (chá) de salsa picada
• Sal e pimenta-do-reino a gosto

Acompanhamentos 
• 4 pães  para hambúrguer, de preferência integral
• 4 col. (sobremesa) de cream cheese l
• 4 rodelas de tomate
• Folhas de alface

Modo de fazer 
Em uma tigela funda, misture a carne, a clara, a chia, a farinha de linhaça, a cebola e a salsa. Tempere com o sal e a pimenta-do-reino. Divida em quatro partes iguais e molde no formato de hambúrguer. Em uma frigideira antiaderente, doure o hambúrguer dos dois lados. Para montar o sanduíche: passe o cream cheese em uma das partes do pão e coloque a alface, o tomate e o hambúrguer. Feche o sanduíche e sirva em seguida.

Por que é importante amamentar?

Por que é importante amamentar

O leite materno é o alimento mais completo que existe para o bebê. Nos primeiros seis meses, ele contém tudo que o bebê precisa, até mesmo água! Portanto, você não precisa dar chá, água, outros leites, mingaus ou suquinhos enquanto ele estiver mamando só no peito, o que traz também grande economia para a família.

O leite materno é fácil de digerir, não sobrecarrega o intestino e os rins do bebê.

É prático, não precisa ferver, misturar, coar, dissolver ou esfriar; está sempre pronto, a qualquer hora e em qualquer lugar.

Protege o bebê contra muitas doenças, em especial diarreia, pneumonia, otites e outras infecções.

Diminui as possibilidades de surgirem problemas alérgicos, respiratórios e também de algumas doenças que costumam se manifestar mais tarde, tais como obesidade, pressão alta, colesterol alto e diabete.

Sugar o peito é um excelente exercício para o desenvolvimento da face, ajudando a criança a ter dentes bonitos, a desenvolver a fala e a ter boa respiração.

Diminui as chances de ocorrência do câncer de mama, de ovário e de diabete da mulher que amamenta.

Favorece a contração do útero materno após o parto, diminuindo as perdas sanguíneas e prevenindo a anemia.

Facilita a perda do peso que foi ganho na gravidez.

Higiene bucal para bebês

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Como a maioria dos bebês não nascem com os dentes expostos na boca é comum achar que não é necessária a higienização da boca. Mas isso é um mito! Desde o nascimento do bebê é preciso fazer a higienização da sua boca.

Bebês recém nascidos: a limpeza deve ser feita com uma gaze ou fralda umedecida em água limpa removendo todos os resíduos de leite, inclusive da língua (tomando todo o cuidado para não gerar ânsia ao bebê).

Por volta dos 06 meses de idade, os primeiros dentinhos começam a nascer, e é nesse momento que pode-se começar o uso de uma dedeira, que deve ser usada na gengiva e em todos os dentinhos presentes, fazendo movimentos suaves e limpando-os.

A partir do primeiro ano de vida, já pode ser usada a escova dental (que deve ser macia, com cabeça pequena) com creme dental sem flúor. Fazendo movimentos circulares nos dentes para que sejam removidos com eficácia os resíduos alimentares.

Quando a criança já aprende a cuspir (por voltar dos 2 anos de idade), já pode ser usado um creme dental com flúor.

Assim como para adultos, a higienização bucal deve ser feita todas as vezes após a alimentação e antes de dormir.

É de fundamental importância a higienização dos dentes decíduos (dentes de leite), pois os mesmos contribuem para o bom nascimento e crescimento dos dentes permanentes e menores riscos de cárie dentária.

Segundo Cruz et al. (2004), “a magnitude e severidade da cárie dentária em dentes decíduos constituem-se ainda em um grave problema de saúde e necessita receber atenção especial.”

Os pais devem introduzir a escovação dos dentes dos filhos desde cedo, para que eles se acostumem com o hábito de escovar os dentes. É importante a interação entre pai e filho, fazendo brincadeiras nesse momento, para que isso seja algo agradável a criança.

Fonte: CRUZ et al. Percepção materna sobre a higiene bucal dos bebês: um estudo no Hospital Alcides Carneiro, Campina Grande-PB. Pesq Bras Odontoped Clin Integr, João Pessoa, v. 4, n. 3, p. 185-189, set-dez. 2004.

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