O uso de chupetas para bebês

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Hoje em dia é muito comum os pais do bebê atribuírem a chupeta ao bebê quando ele começa a chorar, para acalmá-lo, ou mesmo para entretê-lo. Porém, a chupeta pode trazer diversos malefícios à saúde bucal do bebê.

Efeitos que a chupeta pode causar ao bebê:

– Cáries de alimentação em crianças são mais comuns com o uso de chupetas.

– De acordo com Soares et al. (2003), “a criança que usa chupeta corre um risco maior de não receber os benefícios aleitamento materno durante os primeiros seis meses”.

– O uso de chupetas leva a alteração das arcadas dentárias, provocando mordidas cruzadas, mordidas abertas, alterando todo um padrão genético de crescimento e desenvolvimento.

– Maior incidência de otite média aguda e recorrente.

– Pode gerar prejuízos respiratórios, como expiração prolongada, reduzindo a saturação de oxigênio e a frequência respiratória.

– Maiores riscos de doenças como candidíase oral e verminoses, devido à dificuldade em manter a chupeta limpa adequadamente.

Dessa forma, é muito importante que os pais saibam sobre os malefícios causados pelo uso da chupeta para que possam tomar uma decisão ciente quanto a oferecê-la ou não aos seus filhos.

SOARES et al. Uso de chupeta e sua relação com o desmame precoce em população de crianças nascidas em Hospital Amigo da Criança. Jornal de Pediatria. Vol. 79, n. 4, 2003.

dentista

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O desenvolvimento da linguagem e a alimentação da criança

linguagemealimentacao A criança, de acordo com Piaget, nasce com potencial biológico e a capacidade de aprender, porém o seu desenvolvimento depende da exposição e dos estímulos do meio externo.

A linguagem não é inata, ela é adquirida através da integração da criança com o meio, e por assimilações dos modelos fornecidos por este. Portanto a estimulação através de músicas, conversas corretas deve iniciar cedo.

Nos primeiros dias de vida do bebê as deglutições, choro, sucção e riso indiferenciado, são as primeiras manifestações de linguagem.

Por volta de um mês, começam a surgir diferentes entonações no choro e gradativamente esse choro, passa a ser um reflexo voluntário.

É extremamente necessária a amamentação no seio materno, pois a criança nasce com a mandíbula, maxila, lábios e língua ainda em desenvolvimento, e a amamentação no seio irá propiciar a estimulação destas estruturas, possibilitando futuramente a instalação dos fonemas, dos dentes e uma mastigação adequada com  maior aceitabilidade dos alimentos. Aos dois meses a criança já começa a perceber que toda vez que ela fizer uma determinada expressão, ela terá alguma resposta dos pais, sendo que o choro passa a ter diferentes significados.

Com três a quatro meses o bebê já está prestando atenção no que escuta no ambiente, e vai tentar repetir ou imitar o que escutou. Inicia à reagir às emoções das frases que ouve, e Começa a aparecer sons que pertencem à própria Língua. Nesta fase inicia se as papinhas de frutas amassadas e raspadas e legumes proporcionando a estimulação dos dentes, língua, lábios e véu palatino, preparando toda a musculatura para o início dos balbucios, que são sons sem significado, porém uma forma da criança perceber auditivamente e sinestesicamente os sons e brincar com eles.

É importante que a criança ao sair do seio materno não utilize mamadeiras, pois na fase do desmame, aproximadamente aos seis meses, o bebê poderá tomar o leite no copo, vitaminas e mingaus na colher. O uso de mamadeira deixa a musculatura orofacial hipotônica, sem força muscular adequada para uma boa mastigação e como conseqüência alterações na fala.

A criança começa a usar palavras frase, por volta de um ano, uma palavra significando uma frase, conseguindo dar significado para as palavras. O bebê já se alimenta com alimentos mais sólidos, semelhante á alimentação de um adulto. Aos três anos Surge a 1ª gramática infantil, na qual é a interiorização da linguagem e onde se tem um aumento no vocabulário para se comunicar. Nesta etapa todos os fonemas da língua com exceção dor vibrante deverão estar instalados. Aos cinco anos a fala de vê ser inteligível, uma seqüência de fatos ordenada, tendo a produção de todos os sons da língua. É necessário não oferecer na fase de dois a cinco anos alimentos pastosos, líquidos e sim alimentos mais durinhos, como maçã, carne, biscoitos para que a musculatura esteja forte e adequada para a produção correta dos fonemas.

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Doula Consultoria e CineMaterna

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No dia 29 de janeiro a Doula Consultira teve o prazer de marcar presença na sessão de cinema no Espaço Itaú de Cinema – Praia de Botafogo em parceria com o CineMaterna presenteando as mamães com alguns brindes. Fotos do evento: Iris Batista.

Gorduras essenciais para os bebês!

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As gorduras insaturadas são benéficas para a saúde do bebê. Alimentos fontes de w5,6 e 9 são excelentes para o cérebro ,pois o ômega 3 age na formação da bainha de mielina, um componente dos neurônios. Assim, ocorre a melhora do desempenho cognitivo, da atividade cerebral e comunicação entre as células do cérebro. O ácido graxo também conta com efeito vasodilatador e por isso ocorre o aumento do aporte de oxigênio e nutrientes.

Pesquisas apontaram a melhora do desenvolvimento escolar em crianças e adolescentes devido ao consumo dos alimentos ricos em w3.

Alimentos ricos em w3: peixes (atum, sardinha, salmão) e linhaça, abacate, chia. No caso dos bebês podemos oferecer a partir do 7 meses.

Temperos que podemos utilizar para preparar as papas dos bebês.

temperopapinhas Os temperos naturais podem e devem ser utilizados para as preparações das papas dos bebês. Devemos priorizar as ervas e codimentos naturais nas preparações evitando sempre de usar sal (somente após 1 ano), temperos prontos e extratos de tomate
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Temperos e codimentos liberados: cebola, alho, salsinha, cebolinha, salsão, orégano, caldos caseiros, azeite e oliva.

Fique por dentro: Alimento que possuem ferro.

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O ferro é um micronutriente essencial para a vida e atua principalmente na síntese de células vermelhas do sangue (hemácias) e no transporte do oxigênio no organismo.

Há dois tipos de ferro nos alimentos: ferro heme (origem animal, sendo mais bem absorvido) e ferro não heme (encontrado nos vegetais).

São alimentos fontes de ferro heme: carnes vermelhas, principalmente vísceras (fígado e miúdos), carnes de aves, suínos, peixes e mariscos.

São alimentos fontes de ferro não heme: hortaliças folhosas verde-escuras e leguminosas, como o feijão e a lentilha.

Como o ferro não heme possui baixa biodisponibilidade, recomenda-se a ingestão na mesma refeição de alimentos que melhoram a absorção desse tipo de ferro, por exemplo, os ricos em vitamina C, disponível em frutas cítricas (como: laranja, acerola, limão e caju), os ricos em vitamina A, disponível em frutas (como: mamão e manga) e as hortaliças (como: abóbora e cenoura).